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Entenda por que o modelo tradicional de liderança perdeu espaço
Especialistas apontam que confiança, escuta ativa e cultura forte são fatores decisivos para construir equipes de alta performance
01/01/1970 00:00:00
A discussão sobre liderança e cultura de resultados voltou ao centro das atenções, impulsionada pela chegada de uma nova geração ao mercado e pela necessidade das empresas de repensarem seus modelos de gestão. Em vez de olhar para o evento passado, vale destacar o que ficou evidente: o modelo tradicional já não responde às demandas de um ambiente de trabalho mais humano, flexível e conectado às expectativas dos profissionais.
As reflexões ganharam profundidade em uma conversa conduzida por Isabela Agibert, líder de cultura e clima da Employer, e Samantha Canhedo Caramez, gerente nacional de RH da Italac, durante um webinar Employer Live, promovido pela Employer Recursos Humanos. As duas especialistas analisaram estratégias para fortalecer ambientes de alta performance que conciliam metas ambiciosas com uma gestão inspiradora, ética e orientada ao desenvolvimento das pessoas.
Segundo a pesquisa da Harvard Gorick Ng: 62% dos jovens preferem não ocupar cargos de liderança. A mensagem é direta — status e título já não compensam quando o papel do líder não dialoga com equilíbrio, estabilidade e vida pessoal. É um sinal claro de que a lógica da liderança precisa evoluir.
Evolução da liderança
Em um cenário de constantes transformações, a liderança moderna precisa ir além da simples distribuição de tarefas. Hoje, a eficácia do líder está na capacidade de representar a cultura da organização e garantir que ela se mantenha viva no dia a dia. Essa mudança de paradigma implica deixar de lado o modelo rígido de comando e controle e adotar uma postura mais próxima de coach e facilitador, criando um ambiente de trabalho adaptável, resiliente e movido pela inteligência coletiva e pela confiança.
Essa cultura mais fortalecida deve ser estruturada para incentivar três elementos essenciais e interligados. O primeiro é a autonomia, que dá aos colaboradores senso de responsabilidade e agilidade para tomar decisões dentro de suas áreas. O segundo é o feedback contínuo, substituindo avaliações anuais por conversas frequentes e transparentes que favorecem o aprendizado contínuo. E o terceiro é a responsabilidade individual pelos resultados coletivos, garantindo que cada pessoa trabalhe orientada ao sucesso da equipe, eliminando barreiras hierárquicas ou setoriais e fortalecendo uma colaboração mais genuína.
Habilidades essenciais
Segundo Samantha Caramez, uma liderança mais assertiva começa quando o gestor entende que sua principal missão é servir. Para ela, líderes organizados e atentos às necessidades do time conseguem potencializar o trabalho da equipe e, assim, alcançar os resultados esperados pelo setor e pela empresa.
Outro ponto destacado foi a importância de adaptar a forma de liderar ao perfil de cada colaborador, já que cada pessoa recebe feedback de um jeito diferente. Também se discutiu como líderes podem atuar como agentes de transformação, usando comunicação assertiva e inteligência emocional para ampliar o potencial das equipes e impulsionar resultados de forma sustentável e ética.
A mudança no comportamento de gestores e líderes é essencial para o bem-estar das equipes, elevando a qualidade das entregas e contribuindo para um ambiente mais saudável. Além disso, reduz a rotatividade e aumenta as chances de que talentos escolham permanecer na organização.
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